sem comentários ainda

Gratidão à Deus

A vida é a expansão das benesses Divinas que nos fazem “credores universais” em busca de quitação dos saldos de misericórdia por Ele espargidas.

O matemático Frei Luca Pacioli estabeleceu em 1494 os princípios fundamentais da contabilidade humana, consignando que aquilo que se recebe é débito, enquanto a quitação é crédito e desobrigação.

Semelhante princípio nos balanços da economia empresarial reflete a Lei Universal do Amor.

Quanto mais se dá, mais se tem; quanto mais se exige, mais se priva.

Dar é crédito, receber é débito.

Só temos aquilo que damos, e o Amor tem esse “milagre”: quanto mais se dá, mais se tem.

De posse dessa perspectiva, listemos algumas de nossas contas, a fim de verificarmos se temos os saldos que costumamos esbanjar ante as exigências de todo dia.

Renascer no corpo físico, dívida com o recomeço e a esperança.

Acolhimento dos pais, dívida com a gratidão e a prole.

Escola para instruir, dívida com o saber.

Mestras desveladas, dívida com a generosidade.

Arrimo dos amigos, dívida com a cooperação e o estímulo.

Benfeitores inesquecíveis, dívida com o amparo.

Profissão para exercer, dívida com a sociedade.

Orientação espiritual, dívida com o Espiritismo.

Natureza exuberante, dívida com o planeta.

Alimento nutriente, dívida com o agricultor.

Tecnologia facilitadora, dívida com os inventores.

Medicação refazente, dívida com os cientistas.

Diversão e lazer, dívida com o tempo.

Cultura a disposição, dívida com o livro.

Empregados dedicados, dívida com a obediência.

Patrões solidários, dívida com o apoio.

A roupa que vestimos, o conforto dos lares, os recursos amoedados, a saúde e a prosperidade, conquanto sejam recursos amealhados na faina diuturna do progresso pessoal, só se tornaram possíveis porque, antecedendo às vitórias de cada dia, foram alvo de uma previsão na erraticidade, com endosso de avalistas dispostos a tutelar nossos planos reencarnatórios, contemplando-nos com condições mínimas para lograr o sucesso em várias situações da existência. Dessa forma, os recursos mínimos para empreender vitórias maiores constituem dívidas com os “ativos da vida”, ante a Contabilidade Divina.

 

Trecho da mensagem – Plenitude na Gratidão – Laços de Afetos

Wanderlei S. de Oliveira/pelo Espírito Ermance Dufaux

Publicar um comentário